Jardim Botânico de São Paulo

Todo mundo conhece (pelo menos de foto) o Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Ele é lindo, grande e antigo. Mas e o Jardim Botânico de São Paulo?

Ele não é tão grande, tampouco antigo como o do Rio de Janeiro, mas é lindo também.

Eu que moro em São Paulo há quase 10 anos e posso dizer que conheço grande parte dos pontos históricos e marcantes dessa cidade não conhecia o Jardim Botânico daqui. Gostei muito do que vi!

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O início do Jardim Botânico se dá em 1928, quando o naturalista Frederico Carlos Hoehne iniciou o Orquidário do Estado. Dez anos depois, com a criação do Departamento de Botânica, o Jardim Botânico foi oficializado.

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Jardim Botanico

Para quem não sabe, o Rio Ipiranga se inicia no espaço onde hoje é o Jardim Botânico.
Abaixo temos o portão histórico de 1894; ele é o marco das nascentes do riacho Ipiranga.

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O Jardim Botânico tem muito espaço para andar e para fazer exercícios, já que costuma ser vazio.
Importante: é permitido fazer caminhadas e correr, todavia é proibido entrar com skate, patins ou bicicleta.

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O Jardim conta também com um lindo restaurante rodeado de plantas. Lá é possível lanchar e até mesmo almoçar.

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O Jardim Botânico é situado na Avenida Miguel Estéfano, 3031 – Água Funda (Zona Sul).
O ingresso custa 4,00 a inteira e 2,00 a meia entrada (para idosos ou estudantes).
É de fácil acesso e tem estacionamento atravessando a rua.

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Vale a pena conferir!

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Filme “O Quarteto” (A Late Quartet)

Não tem nada mais entediante do que ficar horas num voo. E o que fazer com tantas horas, hiperatividade e falta de sono? Assistir a um filme (ou vários).

Então fui “conquistada” por um filme chamado Quarteto, já que tinha assistido a um filme com o mesmo nome, gostado e escrito sobre ele aqui no COOLtivar.

Este Quarteto também aborda o tema “música clássica” e os conflitos entre os artistas (com seus desejos, egos e receios).

Mas o que ele tem de diferente ou intrigante a ponto de me fazer assistir até o final? É que além da trama abordar a vida profissional dos envolvidos também fala sobre a vida pessoal.

O quarteto é formado por Juliette (Catherine Keener), seu marido Robert (Philip Seymour Hoffman), seu pai adotivo Peter (Christopher Walken) e seu amigo Daniel (Mark Ivanir). Mas a história vai além contando o que aconteceu no passado e que acaba, fatalmente, interferindo no presente e futuro.

A filha do casal Robert e Juliette chamada Alexandra (Imogen Poots) aparece menos no longa metragem, nem por isso sua participação seja deixada de lado. A relação dela com todos os músicos afeta também o quarteto de cordas.

Não deixe de ver! É dramático e com fatos bastante presentes no nosso cotidiano.

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375 Livros de Arte

Outro dia recebi de uma amiga um link super bacana que tinha como título “375 livros de arte para download gratuito” e na hora quis ver como era.

Este link foi disponibilizado pelo Metropolitan Museum of Art de Nova York e conta com obras publicadas entre 1964 e 2012. Essas obras contemplam todos os períodos da história da arte e de quebra tem estudos biográficos de artistas como Dalí, Picasso, Rembrandt, Monet e Van Gogh.

E como faz para ler? Simples, pode ser lido online ou você pode fazer download em PDF.

Segue o link: http://www.metmuseum.org/research/metpublications/titles-with-full-text-online?searchtype=F

Bom deleite!

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San Francisco – Ladeiras e Cable Car

Depois de passar uma temporada de férias, nada mais justo do que regressar cheia de novidades, dicas e histórias para contar. Por isso vou voltar a postar aqui no COOLtivar abordando primeiramente a categoria “Pé na Estrada” e consequentemente a categoria “Cultura e Arte”, “Tips” e afins.

Já viajei algumas vezes para os Estados Unidos, todavia nunca tinha ido para a Califórnia, então fiz as malas e caí no mundo (e nas estradas) com o meu namorado. Começamos a viagem por San Francisco e é de lá que começam as primeiras dicas.

O que eu sempre ouvia falar sobre San Francisco era que “lá ventava muito”, mas sinceramente eu nunca tinha entendido o que as pessoas queriam dizer com isso; eu pensava: “venta do tipo que vai chover?”, “venta do tipo brisa do mar?” e então eu pude comprovar que venta do tipo que venta mesmo… como aquele vento gelado que do nada surge e da mesma forma vai embora… aquele vento que arrepia; que bagunça os cabelos; que esfria mesmo estando um solzão lá fora.

Outra situação que eu pude vivenciar foram as famosas ladeiras de San Francisco… aquelas que estão em vários filmes, sejam os de ação ou os “‘água com açúcar”.

Foi muito gostoso poder andar por ali e me deparar com aquelas lindas casas vitorianas que mais pareciam casas de cenário do que reais. As ruas são largas, as casas tem 2 ou 3 andares e todas são em tons claros; pastéis. Quando você anda a pé você pode observar os detalhes e testar o fôlego, pois o sobe e desce é constante e quando você passa pelas ladeiras de carro você sente aquele friozinho na barriga, do tipo de montanha-russa. É muito legal andar por ali e do nada se deparar com o mar, vendo-o lá de cima.

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Além das ruas largas; sobe e desce das ladeiras e das lindas casas vitorianas rodeadas por belas praças tem mais um item para você se apaixonar que se chama: Cable Cars. Os Cable Cars nada mais são do que bondinhos à tração. Eles fazem parte do transporte público de San Francisco, entretanto são mais turísticos do que de fato auxiliam para te locomover por toda cidade.

O legal do Cable Car é que ele passa pelas ladeiras e pela famosa Lombard Street, a maior rua de zigue-zague do mundo. Os Cable Cars estão na cidade há muitos anos e o passeio, além de ser uma atração de San Francisco é algo bem romântico. Vale a pena dar uma voltinha!

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